sábado, 18 de julho de 2009

Uma história de ficção baseada em fatos reais.

domingo, 12 de julho de 2009

Sombra

A sombra de uma mulher que cansou de viver em um mundo louco e pôs-se a dançar sob a luz do luar, tentando fugir da correria do seu dia-a-dia. Afinal de contas o que devemos fazer quando percebemos que não nos encaixamos na velocidade do mundo contemporâneo?

sábado, 20 de junho de 2009

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Escrito em 03/dezembro/2008 após leitura de “A menina que roubava livros”
Estou encantada com o que acabo de ler, minha alma foi inundada por aquele turbilhão de palavras que me fazem agora prestar atenção nas cores da vida e nas dores desenhadas nos olhares de cada pessoa.
Antes eu já tinha plena consciência da morte, agora mais ainda, eu sei que ela anda por ai o tempo inteiro, mas não tenho medo, ao contrário, me sinto muito mais viva, sinto o cheiro e o sabor de cada manhã, e de todos os segundos que transcorrem o meu dia-a-dia, agora também vejo as cores.
Durante a leitura me identifiquei muito com Liesel, em outras, com a própria morte. Mas todos temos um pouco de cada personagem desta incrível história, para mim é um livro que todos devem ler.
Não sou uma menina como a Liesel, tenho 26 anos, mas mantenho em mim acesa a chama de minha meninice, deixo vir a tona minha imaginação, minha doce e vulnerável ingenuidade, tento viver intensamente, e reflito sempre, sobre tudo, até sobre as coisas menos prováveis, as que passam desapercebidas por todos, nessa correria frenética, desordenada em que o mundo se encontra.Assim como para ela “os seres humanos me assombram”, mas ainda tenho a esperança de que leituras como esta toquem nossos corações, muitas vezes bombardeados como a rua Himmel. O poder das palavras é indiscutível, pena que muitos ainda não o tenham descoberto.
(Escrito para Markus Zusak, autor do livro)

EU FORMIGUINHA, TU FORMIGUINHA, ELES FORMIGÕES?

Já parou pra pensar no mundo em que vivemos? Somos os únicos? Imaginemos então as formiguinhas, em seu mundo, tranqüilas, realizando suas tarefas rotineiras. Será que elas sabem de nossa existência? Talvez sejamos grandes demais, além do alcance da visão delas. Quantas formigas matamos de propósito ou acidentalmente? Que mundo frágil elas vivem e talvez nem saibam desta triste realidade.
E nós? Será o nosso mundo seguro? Talvez somos apenas seres pequeninos vivendo em um planeta muito maior do que podemos imaginar. Talvez nosso céu seja a grama azul, onde seres além da compreensão de nossos olhos caminhem apressadamente ou vagarosamente, formando nuvens com o rastejar de seus pés. Imagine que o simples tropeçar deles possa balançar as estruturas do nosso pequeno grande universo, que todas as explicações sobre nosso planeta sejam apenas um pequenino pedaço de algo muito maior.
Somos frágeis em um mundo vulnerável, com muitas incógnitas ainda por serem descobertas.
Então, porque pensamos que somos melhores que os outros? Porque somos egoístas? Podemos deixar de existir a qualquer momento e insistimos em olhar apenas para o nosso próprio umbigo, como se o mundo girasse em torno dele.
A proporção da nossa realidade? Não sei ao certo. Somos bombardeados por inúmeras possibilidades, mas acredito que somos seres com uma capacidade ilimitada, quem sabe usamos esse nosso enorme potencial para fazermos algo útil, é simples, basta querer e dar o ponta pé inicial. Revolucione, mude, cresça, viva.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Enfim, a apresentação (já não era hora)

Amante das experiências, postarei aqui: imagens manipuladas digitalmente, videos, fotografias, gravuras, esculturas, entre outras linguagens artísticas que venho executando ao longo de minha jornada acadêmica. A intenção é a experimentação, pois gosto de descobertas e de inovações, além de estar em constante processo de aprendizagem. Também verão por aqui alguns textos, de minha autoria ou não, sobre os mais diversos temas, pois as vezes tenho acessos compulsivos por exteriorizar minhas inquietações, dúvidas, encantamentos, etc.

Abraços
Rhozaura Dias

sexta-feira, 17 de abril de 2009


Cartaz criado no photoshop. Seguir o instinto e liberar a criatividade, fugindo dos padrões impostos, é apenas questão de objetivo. Liberte-se, crie, não espere reconhecimentos, elogios, apenas faça o que realmente deseja, isto, já é questão de essência.

Fotografia manipulada no photoshop.
O poder está em suas mãos, ilumine o mundo, é essencial brilhar, faça, refaça, desconstrua, construa, reflita, experimente, mude, arrisque, o resultado é imprevisto, mas é certo, pode não ser o melhor, porém já é um começo.